O futebol brasileiro está acostumado a associar poder de decisão a nomes de longa trajetória, cargos ocupados há décadas e estruturas hierárquicas rígidas. A SAF do Botafogo-PB está ali para provar que essa lógica pode — e deve — ser repensada. No Belo atual, um time jovem, conectado e ambicioso vem assumindo posições estratégicas dentro do clube, mostrando que idade não é sinônimo de inexperiência, e sim de fôlego para transformar.
Uma gestão que aposta em gente nova
À frente do projeto está Fillipe Félix, dono da SAF e principal responsável por reformular o Botafogo-PB dentro e fora de campo. Sob sua liderança, o clube tem investido não apenas em resultados esportivos, mas em construir um time de trabalho que reflita os valores de um futebol mais moderno: ágil, próximo do torcedor e disposto a errar rápido para acertar mais rápido.
E é justamente esse espírito que aparece com força total quando olhamos para quem compõe o dia a dia da SAF. Todos com menos de 40 anos, Felipe Nascimento, Filipe Marinho e Gustavo Cruz representam uma geração que já nasceu dentro da lógica das SAFs — e que enxerga o futebol como negócio, comunicação e paixão andando lado a lado.
Departamento de futebol com sangue novo
No coração das decisões esportivas do clube, Felipe Nascimento integra o departamento de futebol, área responsável por planejar, avaliar e estruturar o elenco alvinegro. Num momento em que o Botafogo-PB reformula seu projeto competitivo, ter profissionais jovens nessa frente significa trazer novas metodologias de análise, mais abertura para o uso de dados na tomada de decisão e uma leitura mais atualizada do mercado de transferências — sem perder de vista a identidade histórica do Belo.
Comunicação e marca: a nova cara do Botafogo-PB
Se dentro de campo a juventude ajuda a repensar o jogo, fora dele ela está redesenhando a forma como o clube se apresenta ao mundo. Filipe Marinho, à frente da assessoria de comunicação (Ascom) e do marketing, é peça-chave para consolidar a imagem da SAF junto à torcida, à imprensa e aos patrocinadores. É pela lente e pela estratégia de Filipe que boa parte das narrativas do Belo ganham vida — dos bastidores dos jogos às campanhas que aproximam o clube do dia a dia do torcedor paraibano.
Completando esse time, Gustavo Cruz, estagiário de comunicação, simboliza algo ainda mais simbólico: a porta de entrada que a SAF abre para novos talentos que sonham em construir carreira dentro do futebol. Sua presença reforça que o projeto do Botafogo-PB não é feito apenas por quem já chegou lá, mas também por quem está começando — com energia, vontade de aprender e uma visão fresca sobre como comunicar o esporte.
Juventude desde à Base como estratégia, não coincidência
Não é por acaso que esses nomes ganham espaço dentro desta matéria. O futebol brasileiro vive uma transição acelerada desde a chegada das SAFs, e clubes que conseguem equilibrar tradição com inovação tendem a sair na frente. Ao apostar em profissionais jovens em áreas estratégicas — futebol, comunicação e marketing —, o Botafogo-PB sinaliza que enxerga a juventude não como um detalhe, mas como parte central da sua estratégia de reconstrução.
Além do marketing e do departamento de futebol, outro assunto bastante pertinente ao tema é a volta das categorias de base, que reforçam que o Botafogo-PB é um projeto pensado para o longo prazo, e que confia na força da juventude para mudar uma realidade enviesada nas mesmas figuras.
Enquanto o mundo do futebol segue debatendo o equilíbrio entre experiência e renovação, o Belo já deu sua resposta: presente e futuro que caminham juntos, com gente nova ajudando a escrever uma nova história para o alvinegro paraibano.
✍️ Murilo Costa
📸Central do Belo




